Elizabeth Farina, presidente da UNICA

Brasil precisa desenvolver o etanol para cumprir sua parte na COP 21

Elizabeth Farina, presidente da UNICA, falou sobre a importância de promover o avanço dos biocombustíveis para o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil na redução das emissões até 2030.

Ao centro, Bernardo Hauch Ribeiro de Castro, do BNDES, entre Elizabeth Farina (UNICA) e Francisco Emílio Baccaro Nigro (USP)

Uma agenda estratégica para o etanol

Bernardo Hauch Ribeiro de Castro, do BNDES, compartilhou suas ideias para o avanço do etanol, tanto do ponto de vista econômico, quanto tecnológicos, impulsionando sua adoção não apenas no país, como também no mercado internacional.

Da esquerda para a direita, Luiz Augusto Horta Nogueira, Elizabeth Farina, Bernardo Hauch Ribeiro de Castro e Francisco Emílio Baccaro Nigro. Foto: João Batista.

Tema em discussão: a competição global dos combustíveis

O coordenador do painel final, Francisco Emílio Baccaro Nigro, provocou os debatedores a falar sobre os combustíveis com melhor potencial de prevalecer em um contexto de competição global e exaustão dos combustíveis fósseis. 

O uso eficiente do etanol veicular, além dos impactos ambientais e sociais favoráveis, afeta positivamente a economia de consumidores e agentes ao longo da sua cadeia de produção e transformações. O seminário discute formas para aumentar a competitividade do etanol no mercado brasileiro.

Apesar da importância do etanol no acionamento de veículos leves no Brasil, muito pouco é divulgado sobre o potencial de melhoria de seu desempenho pela utilização de motores adequados, com efetiva consideração de suas características como combustível.

Embora no Brasil milhões de carros sejam abastecidos apenas com etanol, estes, na sua grande maioria, são “flex”. Atualmente, enquanto 20% dos modelos oferecidos são apenas a gasolina, não há oferta de carros exclusivamente a etanol.

Leia tudo sobre o III Seminário Internacional Sobre Uso Eficiente do Etanol

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